10º Dia - Ushuaia e Baia de LaPataia

Acordamos cedo, e nos encontramos com o Junior, Ludmila e Célio no Hotel deles. Combinamos o programa do dia, que consiste em irmos (eu e Romário) a Baia de Lapataia e ao Correio Argentino. As 15 horas nos encontraríamos no Porto, para um passeio de Barco pelo Canal de Beagle.

Pegamos as motos e seguimos ao Parque Nacional del Fin del Mundo, onde após 11 km de ripio, atingimos o ponto mais austral (hipotético e considerado por todos como fato!! Mas, na minha opinião, deveria ser atravessado o Canal de Beagle, até a Isla Navarino (no Puerto Navarino) e seguir pela Ruta Y 905, pelo Chile até Puerto Willians no Cabo Horn…aí sim estaríamos no ponto mais Austral. Mas, convenções são feitas para serem seguidas por uns e superadas por outros. Voltarei…


















































9º Dia - Folga em Ushuaia

Hoje é dia 15 de fevereiro de 2013, depois de 8 dias de viagem e curtição de estradas e um pouco de visitas a parques naturais. Decidimos tirar o dia para fazer “Nada”…só curtir a bela paisagem e o comércio de Ushuaia.

Acordamos mais tarde, fomos os últimos a tomar o café da manhã e saímos para rodar a pé, pela cidade.  Ushuaia, é pequena em relação a outras cidades turísticas que já visitei. Apesar do porto e da movimentação constante de conteiners, a rua do comércio não se estende por mais de 8 ou 10 quadras.

O Hotel, extremamente bem localizado a meia quadra desta rua, nos permitiu dar uma folga às motos, e curtir calmamente cada vitrine e loja da região.

Fomos aconselhados a comer o “Cordeiro Patagônico” no restaurante La Estancia…desaconselho a todos, apesar da comida ser espetacular, o Atendimento é paupérrimo e o Garçom “Apesar das escusas” deixou-nos almoçar sem servir bebidas, que simplesmente “esqueceu”! É pracabá…Mas o assador é de uma simpatia ímpar, algo que se salva!

Iniciando os Trabalhos - Cordeiro Patagônico

Vista do Porto Turístico 
Junto a Nave Mãe…para iniciar a conversa! Olhem o Boteco a frente
 Logo a frente do Hotel fica o Porto turístico, onde podemos pegar barcos para navegar no Canal de Beagle e ver o Farol (bastante sem graça) e a ilha dos pinguins e leões marinhos (super legal). Mas, o mais interessante e emocionante é navegar pelo Canal que os GRANDES NAVEGADORES transpassaram séculos atras, sob condições de equipamentos bastante rudimentares.




Na rua do comércio, uma parada para contemplar a Nave Mãe da Quilmes (cerveja Argentina…preferencia nacional!). Ao fundo um boteco literalmente falando, com características de ser muito bom…pena que não deu tempo para apreciar as “guloseimas e bebedeiras” oferecidas…mas volto para conferir. 



Centolla…King Creb, como queiram. O Bicho é grande bom pra caramba
A Centolla, ou King Creb..é um espetáculo, juntamente com o Cordeiro Patagônico e a Merluza Negra formam o Trio Virato da cozinha local. Todos que vem, tem por obrigação “estatutária e regimental”de provar estas maravilhas da natureza.





Aproveitamos para comprar uns Regallos, e voltamos para o Hotel…onde dediquei a parte da tarde para tomar um belíssimo Chardonay nacional, e escrever no Blog. tudo no bar do próprio hotel, que alem de maravilhoso, oferecia gratuitamente a vista pata o Porto de Ushuaia.











8º Dia - Do Vale ao Fin del Mundo - Rio Gallegos a Ushuaia -

Aprontamos as motos bem cedo, pois apesar da pouca distancia que nos separam do destino desta viagem, sabemos que existem muitos obstáculos a serem vencidos, e isto tomaria muito tempo, retardando a chegada ao limite do sol poente.

Feito o check-out no Hotel Santa Cruz, tomamos o sentido da Rn 3 sul, em pouco mais de 50 km paramos na aduana Argentina/Chile, para os tramites migratórios. Para ir ao Ushuaia, cerca de 180 km você percorre dentro do território Chileno. Isto causa um certo desconforto, pois são duas aduanas, com filas e tramites de papelada, somente para transpor a area territorial, mas faz parte da regra e inclui nas aventuras da viagem.

Percorrido 118 km de Rio Gallegos, chegamos no Estreito de Magalhães. Neste ponto, pegamos o Transbordador que faz a travessia dos veículos, motos e principalmente caminhões para o arquipélago da Tierra del Fuego. Inicialmente tivemos que aguardar, pois o Transbordador que carrega em sua plataforma caminhões com cargas perigosas (no caso Combustivel!), não pode levar mais nenhum veículo, por questões de segurança. Mas, a espera não foi superior a 30 minutos.

Estreito de Magalhães
O tempo estava excelente, com pouco vento. Existem relatos que com ventos de alta intensidade (80 a 100 km/h), o Transbordador interrompe as atividades, até voltar as condições metereológicas seguras para o translado. Não foi o nosso caso.

 O custo para as motos foi de AR 70,00 cada, que deve ser pago no Caixa do próprio transbordador. A travessia dura cerca de 20 minutos.



Romário no Passadiço
A bordo tem um sistema de lanchonete, servindo lanches e bebidas para os passageiros. Porem tudo muito apertado, e com a lotação de veículos, a circulação fica prejudicada. Todos se apertam para subir no passadiço, a busca de uma boa foto.
As motos em meio a Caminhões no Transbordador







O caminhão vermelho Scania, logo atras de nós, coincidentemente estava presente e assistiu ao acidente com o Guanaco no dia anterior. O motorista comentou que o estrago no veículo foi grande, mas que ninguém se machucou. Isto é bom!


PHD Romário se preparando para sair do Transbordador



Saímos do Transbordador, e seguimos a Rota com destino a Cerro Sombrerro, onde paramos para o abastecimento…que arrependimento! O Posto fecha todos os dias das 12 as 13 horas. O funcionário do posto, um senhor de idade e pouca vontade de trabalhar, chegou pontualmente, porem nos atendeu cerca de 20 minutos após. Como só tínhamos Peso Argentino, ele foi muito gentil em “Cambiar” e nos cobrou cerca de AR$17,00/litro de Gasolina. Na Argentina  o litro varia de AR$ 4,90 a AR$ 7,80/litro. Ou seja, o velhinho se aproveitou da oportunidade de ser o único posto com combustível antes do Ripio.

Ao sairmos da cidade, o GPS estava roteado para pegar a Ruta Y665, toda em Rípio e a estrada em péssimas condições. Ora era um alagadiço misturado com lama, ora era pedriscos soltos. Em raros trechos, tínhamos um caminho compactado para conduzir as Ultras. O movimento de veículos por essa caminho é quase nulo, o que nos deixou mais tranquilo para faze-lo ao nosso ritimo. As vezes podíamos impor uma velocidade maior, mais ao longo do caminho, a velocidade não ultrapassava a 60 km/h. Incluindo as paradas, para aliviar o stress e tirar “Agua do Joelho “, passamos bem pelo trecho, em pouco mais de 2 horas. Porém, o comentário geral foi que existe uma outra Rota, bem mais larga e movimentada. Porem, mais segura e mais longa em quase 20 km. Deixamos esta opção para volta, já que não tínhamos mais o que fazer.

O Ripio a principio assusta, pois tira de voce o comando da sua moto. Mas, ao longo do caminho, a confiança e talvez a experiência adquirida, como num curso "Walita…” lhe proporciona um pouco mais de confiança.

Ao final da estrada, fizemos a Aduana Argentina, para reingressar ao país, e seguimos para Ushuaia, via San Sebastian e Rio Grande. A cada quilometro a paisagem mudava radicalmente, saia a vegetação de deserto característica da Patagonia e começava as grandes Arvores sem Copa (deve ser devido aos ventos que sopram do Pacífico - que origina o Terceiro maior complexo geleiro do mundo, as Cordilheiras dos Andes). Com a subida até o Paso Garibaldi, o único de acesso a Ushuaia, passamos pelo Lago Faragno…uma beleza indescritível.

Paso Garibaldi
A Magia desse lugar é contagiante, o silencio emociona pela sua beleza e a natureza impera como um reinado integral e inteligente. Ao parar, pudemos contemplar uma das paisagens mais brilhantes que já pude ver, em todas minhas viagens.





Paso Garibaldi

Hotel Albatros
Depois é só descida, rumo a Ushuaia. Finalmente chegamos no destino proposto da nossa expedição, logo ao entardecer e logo fomos para o Hotel Canal de Beagle, mas estava lotado. Mas ao lado, o Hotel Albatros nos proporcionou grandes momentos, não só pela hospitalidade, mas por encontrar uma turma de Timbó que viajavam de BMW’s e com uma camioneta Toyota de apoio. Fizemos uma boa amizade com eles, jantamos juntos e conversamos bastante. Rimos um monte! 


Placa no Centro defronte ao Canal de Beagle - extra oficial

7º Dia - Do Vale ao Fin del Mundo - Comodoro Rivadavia a Rio Gallegos

Novamente uma noite mal dormida! O Vento soprava forte, e uivava com um cão em dor…filosofia, não…realidade! Acordamos e depois dos tramites normais de colocar as tralhas nas motos, tomar o Desajuno e fazer o Check-out no Hotel, nossas Harley’s estavam prontas para mais um dia de estradas perfeitas, ainda pela Rn 3 ao sul…destino: Rio Gallegos.

Logo que pegamos a estrada, a sensação que o vento havia sumido…realmente sumiu! Ele veio com a força de um leão, rugindo ao nosso lado. Cada rajada, um contra-esterço….cada, sopro em momento mais desavisado, um desvio para o sentido contrário da rodovia! Risco? Sim….com certeza, um risco! Mas, viemos para esta viagem para que? Se fosse para ter o conforto e a certeza de chegar, não sairíamos de casa…ficaríamos com a motos samambaias na Garagem (servindo de Decoração! rsrs).

Depois de quase 2.000 km de ventos, reclamar dele é subjugar nossa inteligência. Pois, todos que nos antecederam nos avisaram que ele (o vento!) era forte e batia nos motociclistas como quem não conhece a “Lei Maria da Penha”, portanto a regra era clara, antes de ligarmos as motos em nossas garagens. 

Assim, passamos a cada quilometro, com as paisagens que somente os Pampas podem proporcionar, uma vasta área descampada, com vegetação baixa, e muita…muita “Marcela” ao lado do acostamento. Interessante, que toda vegetação não passa de 50 cm…creio que seja o próprio vento característico, que não permite o crescimento, ou a espécie se adaptou ao meio que vive. Como nós, motociclistas que nos adaptamos ao vento, e talvez iremos estranhar viajar sem a sua companhia. Interessante….

Mas, a cada momento o nosso inimigo mudou, e o sono era constante. Pois com estrada de pouco movimento e com retas infindaveis. Nossas Harley’s rodando a 120 km/h no automático, era de prever um certo conforto e perda da adrenalina que as motos nos proporcionam. O melhor é parar…tirar uma fotos…comer algo…beber muita agua…e seguir o caminho! Segurança supera o desejo de chegar!

Uma das paradas para relaxar e espantar o sono!

Porém, nesse trecho foi o momento de maior tensão (claro, nada se compara ao Diluvio de Puerto Madryn) pois em uma curva descendente a direita, pude avistar (estava afrente com o PHD Romário há uns 800 metros) um Caminhão também de curva descendente, porem a esquerda, sendo ultrapassado por um Renault. Ao adentrar a frente do caminhão, o Renault se depara com um Guanaco…que em dois longos passos/pulos atravessou afrente do Renault, que o acertou em cheio. O pobre bicho subiu a não sei quantos metros, rodopiou não sei quantas vezes…mas, tudo a minha frente e nós a 120 km/h.

O bichano (era um dos grandes!) caiu sobre a pista, foi o tempo de sinalizar ao Romário para baixar a velocidade (nem radio deu para usar…ou lembrar de usar), e desviar. O Renault destruído e o caminhão pararam no acostamento de Rípio, nós seguimos a viagem; pois nada poderíamos fazer para ajudar! Foi triste, um animal tão bonito, causar um acidente que poderia ter gerado mortes. Um pouco mais, poderia ter caído no meu colo…kkk!

Seguimos viagem, e após o acontecido o sono sumiu definitivamente! Nos quilômetros seguintes, a paisagem foi se alternado entre a vegetação baixa, comum dos Pampas para uma uma vegetação mais densa, característica já da Tierra del Fuego.

Após os 781 km, chegamos a Rio Gallegos. Esta cidade é capital da província de Santa Cruz, distante a 2800 km de Buenos Aires e a pouco mais de 670 km de Ushuaia, nosso objetivo! Ficamos no Hotel Santa Cruz, que nos proporcionou um excelente jantar, a base de “Sopa de Legumes”. Uma delicia.



Nos recolhemos, pois apesar da pouca distancia que nos separa do Ushuaia…a complexidade do trecho nos levará muito tempo dispendido e um esforço extra.










6º Dia - Do Vale ao Fin del Mundo - Trelew a Comodoro Rivadavia

Durante toda a noite do dia 11/02/13, ventou muito. Parecia se formar mais uma tempestade, como àquela que enfrentamos ao chegar em Purto Madryn/Trelew.

Do Irish RestoPub, onde com os amigos Junior e Ludimila tomávamos um chopp Quilmes, para afastar o cansaço de um dia inteiro de visita a Península Valdez e suas pingüineiras. Víamos as rajadas de vento, infernizando a população local que se preparava para o desfile de carnaval de rua. Começamos a imaginar o que nos aguardava para o dia seguinte.

O vento uivou a noite inteira, tirando o sono e nos preocupando muito. Chegamos a cogitar em ver a situação ao amanhecer, para decidir continuar ou não a viagem para Comodoro Rivadavia.

Nosso roteiro para Comodoro, seguia pela Rn 3 pelos próximos 381 km. Uma perna curta, porem importante para manter o ritmo da viagem. Ao amanhecer, percebemos um belo dia de sol e com previsão de ventos de 45 km/h. Suportável!

Bem cedo, retiramos as motos do estacionamento improvisado numa Lavação de Veículos (O Gerente do Hotel, que não havia estacionamento, nos conseguiu um local para deixar as motos abrigadas e as chaves em nosso poder!). Passamos rapidamente no Hotel para deixar, as chaves da Lavação na Portaria, e os adesivos da nossa viagem para nossos novos amigos de Belo Horizonte. Seguimos, rumo a Rn 3 sentido sul.

Logo, sentimos as rajadas de vento vindas de Boreste, e por alguns momentos de Traves de Proa. O mais indicado foi manter a velocidade constante em 120 km/h, colocar no Piloto automático e administrar os contra-esterços da moto, para vencer a força do vento a cada nova rajada.

O consumo de combustível continuava a se acentuar, pois com o vento contra e mantendo marcha em rotação elevada (3.000 rpm), era normal que o nossa autonomia caísse demasiadamente.

A viagem rapida e com um única parada para abastecer em Guarayalde, fez com que chegássemos em Comodoro Rivadavia rapidamente. Porém, com o vento forte e o sol a pino, nossas energias iam se esvaindo, e o sono nos tomava de surpresa a cada desvio da rota. Diante de um perigo como este, o sono, o melhor é parar…pois o Tempo não importa, o Destino menos ainda…o que importa é estarmos curtindo uma viagem prazerosa e com paisagens inimagináveis para os bluharleyros do Vale. 

PHD Romário subindo a pressão com uma batata bem salgada!


Comodoro é a cidade mais ao sul da Província de Chubut. Toda província é um local de colonização de imigrantes do País de Gales, e até hoje boa parte da população fala um dialeto Galês, que ao misturar com o espanhol/castelhano fica quase impossível para nós Brasileiros nos entendermos. Mas, como somos um povo multi-cultural, coberto de imigrantes e cheio de ginga e criatividade, damos um jeitinho.

A cidade é a Capital Argentina em extração de Petróleo, que foi descoberto na cidade quando…vejam que curioso….buscavam água em seu sub-solo. a beira da Baia de São Jorge, o que impressiona é o nível das mares, pois da maré baixa para alta, abre-se mais de 100 metros de rochedos e praias de areias negras.



Ao chegarmos, abastecemos as motos como de costume, logo na entrada da cidade. Nunca fomos tão assediados pelos habitantes locais…fotos e mais fotos, perguntas das mais diversas. Antes já haviamos passado por isto, mas como em Comodoro nunca!

Nos hospedamos no Hotel Austral, a apenas uma quadra do mar. Aproveitamos o restante do dia, para escrever a história da viagem, no lobby/bar do hotel (como estou fazendo agora! rsrs) e dar uma volta, pois iniciava as comemorações carnavalescas, e mais tarde o desfile na rua principal.




 O povo muito animado, quando souberam que somos brasileiros, fizeram questão (uma das agremiações) de prestar uma homenagem, juntando sua Bateria e tocando com exclusividade para os Bluharley’s em viagem!
Grupo Alegórico em Homenagem aos Bluharley’s

Rivadavia é uma cidade de negócios, com poucos atrativos turísticos, mas de uma beleza ímpar pelos poços de petróleo e pelo seu povo que aparentemente é muito feliz! 

Jantamos uma Pizza, bebemos umas Quilmes e nos recolhemos, pois o dia seguinte será de 800 km até Rio Gallegos, e o vento não deu uma única trégua.







5º Dia - Folga em Trelew

Acordamos, bocejamos…nos preparamos para fazer o check-out em Trelew e pegar o baita Hotel defronte ao mar em Puerto Madryn. Ao chegarmos no café da manhã, o Célio e Junior já nos abordaram para rachar um carro e ir visitar a Península de Valdes (http://en.wikipedia.org/wiki/Valdes_Peninsula). Objetivo - andar 550 km de carro para ver Pinguins e Leões Marinhos.

Excelente ideia! Todos juntos, dentro de um Fiesta (4 carcamanos e a Ludi), num calor que 35 graus dentro de um Ford, andando pelo ripio, atras de fotos que o Sea World nos fornece com muito menos desconforto.

Mas, a diversão de passar o dia com os 3 malucos (mais precisamente 2 malucos - Célio e Junior), foi divertido demais. Alugamos o carro, e pegamos o Rumo a Puerto Madryn e Península Valdez. Logo na entrada, a pergunta “Pega Pato - Da onde vocês são?”. O Célio tentou puxar um portunhol, mas não colou…pagamos AR$ 100,00 por cada um para entrar na reserva nacional (Argentinos pagam AR$ 40,00)

Inicialmente um pequeno Museu, com explicações sobre a migração de Baleias Orcas e Jubartes, alem das diferenças entre Leões, Cachorros Marinhos, Elefantes, etc….

Seguimos os 220 km da reserva, tiramos inúmeras fotos, e a paisagem realmente valeu a pena cada centavo. O lugar é magico, a procriação de focas (centenas brincavam como crianças, no atol protegido da predadora baleia). A vida renasce, e podemos ver como a proteção de um grupo é importante para toda comunidade e espécie.

Em seguida, as pinguineiras (reserva de Pinguins Magalhães), em pleno estado de criação e multiplicação da sua espécie. Fantástico.

Ao final do dia, retornamos exaustos. Mas, o dia valeu…pela companhia dos novos amigos e pela aula de biologia animal que recebemos. Recomendo a todos, que visitem este Parque Nacional.


Pinguim Magalhães


Esqueleto Baleia Jubarte


Colonia de Leões e Cachorros (focas) Marinhos


PHD Buhatem na Punta Norte da Península de Valdes



Baleia Orca caçando na beira da Península


PHD Buhatem, PHD Romário, Célio (BH) e Junior (BH)